Quer economizar em uma viagem para Europa? A Hungria pode ser uma opção para fugir da zona do Euro e aproveitar o continente de forma mais econômica

Viajar para a Europa é o sonho de muitas pessoas e por mais que o euro pareça ter dado uma recuada, mesmo assim continua sendo uma moeda cara, fator limitador para escolha de um destino.

Para a nossa sorte, alguns países desse desejado continente estão fora da zona do euro, ou seja, praticam internamente outra moeda, mais barata do que o euro em relação ao real, tornando-se uma opção de viagem mais econômica.

Um desses destinos é a Hungria, em que sua moeda oficial é o Florim Húngaro. Atualmente, com o Euro mais baixo, o Florim Húngaro acaba ficando ainda mais atrativo para nós brasileiros.

Quem vai nos ajudar com informações para começar a planejar uma viagem para Hungria é Frederico Marvila de Oliveira, editor e sócio do Sundaycooks, site de experiências de viagem.

Frederico viajou para Budapeste, capital da Hungria, em maio de 2016, junto com sua sócia e esposa Natalie Soares.  “Fomos para a Hungria em maio de 2016, durante uma viagem de dois meses pela Europa. Nossa ideia era conhecer um pouco mais sobre o leste europeu e também o Parlamento Húngaro, um dos lugares mais incríveis da cidade”, comenta Frederico, mais conhecido como Fred.

 

Turismo em Budapeste – Quatro dias foi o suficiente para Fred e Natalie conhecerem a cidade de Budapeste. Entre os pontos turísticos de destaque estão:

  • Parlamento Húngaro – É um dos edifícios legislativos mais antigos da Europa, onde se reúne a Assembleia Nacional da Hungria.
  • Castelo de Buda / Palácio Real – Atualmente abriga vários museus, entre eles está o Museu da História de Budapeste.

  • Ponte Elizabeth – A ponte que atravessa o Rio Danúbio, faz homenagem a rainha Elizabeth, imperatriz do império Austro-Húngaro.

O que mais surpreendeu Fred na Hungria foram os paisagens noturnas “A iluminação da cidade de noite surpreende. O melhor ponto para ver toda a beleza é na Ponte Elizabeth, pois tanto ela, quanto a visão do castelo e do parlamento iluminados é incrível”, conta Fred.

Piscina Furada – Já um ponto negativo observado foram as piscinas de águas termais “A grande furada de Budapeste são as águas termais, pois não passam de grandes piscinas aquecidas com muita gente”, destaca ele.

Fred acrescenta que a Hungria é diferente da Europa Ocidental. “Até um pouco bruta, talvez, para os mais desavisados, mas depois que se acostuma com o primeiro impacto, a cidade se mostra bastante interessante”, completa.

Como comprar Florim Húngaro?

Para trocar a moeda, já que no Brasil é rara, a dica é comprar Euro e fazer a troca no destino.  “Não vale a pena comprar Florim aqui no Brasil, pois ela é considerada uma moeda rara e de difícil acesso, sendo mais cara. O ideal é levar Euro e trocar lá ou fazer saques internacionais diretamente em Florim, pois há caixas eletrônicos por todo lugar”, orienta Fred.

Leia também: Budapeste, que moeda levar?

Passagens para Hungria – Não há voos diretos do Brasil para Budapeste, portanto, dependendo das paradas, a viagem pode durar mais de 20h. Fred e Natalie viajaram com a Companhia Real de Aviação – KLM (Koninklijke Luchtvaart Maatschappij). Empresa aérea que faz voos para os Países Baixos.

Seguro Viagem é obrigatório na Europa – A Hungria pertence ao Tratado de Schengen, que estabelece a contratação do Seguro Viagem com cobertura mínima de 30 mil euros. Faça aqui o seu Seguro Viagem.

Hospedagem – Há várias opções de hospedagens, das mais baratas, com opções disponíveis no AirBnB, às mais caras, em hotéis cinco estrelas. O casal experimentou as duas opções de hospedagem. Passaram cinco dias e quatro noites entre um apartamento do AirBnB e um hotel, em Budapeste.

“Ficamos num apartamento do AirBnB e pagamos aproximadamente US$110  pela diária, sendo que o apartamento ficou inteiro à nossa disposição. Também nos hospedamos no Hotel Moments, bem próximo à Opera de Budapeste, numa das avenidas mais elegantes da cidade”, indica Fred.

Gastronomia – A comida na Hungria não costuma ser cara, mas é claro que vai depender dos lugares que frequentar. “Conseguíamos comer tranquilamente com 20 euros por refeição, se não menos”, afirma Fred.

O casal não dispensa a experiência gastronômica. “Comida é algo que prezamos muito numa viagem, por isso comemos em vários lugares, desde cafés e restaurantes pequenos até restaurantes mais refinados. Um restaurante israelense chamado Mazel Tov foi uma das gratas surpresas, bem como uma gelateria chamada Mamo Gelato, onde comemos o melhor sorvete da viagem”, sugere Fred.

Para fugir da zona do Euro e mesmo assim sentir o clima europeu, a Hungria pode ser uma boa opção. “A Hungria como um todo é um destino mais barato que os países mais visitados na Europa”, afirma Fred que indica ampliar o roteiro entre Viena e Praga, formando um trio perfeito.

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Juliana Fernanda

Juliana Fernanda dos Santos Ferreira, jornalista pós-graduada em Comunicação Corporativa. Adoro novidades com conteúdo. Passear em família é a melhor programação, afinal todo lugar tem algo a se aproveitar e em boa companhia tudo fica ainda melhor.

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