O Mochileiro João Henrique Moldenhauer levou um susto ao fraturar o braço em um passeio de bicicleta na Garganta do Diabo. Será que seu mochilão acabaria ali?! (assista o vídeo)

Foram quatro anos de planejamento, juntando dinheiro para começar a tão sonhada e longa viagem ao mundo. “Largar tudo não é uma decisão fácil. Precisei ter muita coragem para abandonar o emprego e a família e seguir esse sonho antigo de viajar o mundo”, conta João Henrique Moldenhauer, mochileiro de 32 anos.

A viagem começou no Chile, onde passou três meses sozinho. João foi até Ushuaia, viu a patagônia inteira, seguiu para Buenos Aires, Uruguai e voltou ao Brasil para visitar a família. Mas o roteiro não parou por aí, o plano agora era o Norte da Argentina, Norte do Chile, Peru e Bolívia.

Foi nesse planejamento que João começou a pesquisar Seguros de Viagem. A ideia era testar na América do Sul um bom Plano para sua futura viagem a Europa, onde é obrigatório um Seguro com cobertura mínima de 30 mil euros, devido ao Tratado de Schengen.

“Nos primeiros meses de viagem eu não fiz Seguro por displicência minha. Mas aí comecei a pesquisar bastante e li opiniões de pessoas que já tinham utilizado e gostado do atendimento da Mondial. Além disso, tinha a vantagem de poder falar em português por telefone e não precisava pagar taxas adicionais quando precisa usar, por isso escolhi a Mondial”, explica João.

Sorte a dele em contratar o Seguro “só para testar”. Imprevistos acontecem e João, infelizmente, precisou testar na prática…

“Quando eu estava no Deserto de Atacama, no Chile, aluguei uma bicicleta e fui fazer a Garganta do Diabo. De repente vi uma rocha na minha frente e não dava para ver o que tinha depois da rocha, pensei que fosse só uma lombada, mas quando cheguei mais perto vi que era um buraco de mais ou menos um metro e eu fui com tudo de cara. Só deu tempo de colocar o braço para me proteger e acabei quebrando o ossinho do cotovelo”, detalha João.

E agora, o que fazer no meio do Deserto, a 10 km da cidade e num domingo? Tudo que conseguiu pensar na hora foi se acalmar e seguir para a cidade. Procurou atendimento público, mas ali não tinha Raio X e teria que seguir para outra cidade. Por um momento ele se esqueceu do Seguro Viagem que havia contratado. “Como eu sou muito teimoso, resolvi continuar a minha viagem. Fui para La Paz e busquei ajuda lá”, confessou João.

“Quando cheguei em La Paz liguei para Mondial e fiquei impressionado, por que foram muito solícitos, práticos objetivos e rápidos. Em menos de 20 minutos eu estava com a consulta marcada e o endereço da clínica mais próxima do hostel onde eu estava. Fui em uma clínica muito boa e o médico também foi muito solicito e engessou o meu braço”, conta satisfeito.

Salar de Uyuni – Bolívia

Mas a preocupação de João era saber se ele poderia seguir viagem com o braço engessado. Ele estava no começo do mochilão que havia programado, ainda deveria seguir para o Peru, Bolívia e para onde o seu instinto de descobertas e aventura mandasse, tudo isso sozinho. Detalhe: a recomendação médica foi ficar com o gesso durante um mês. Nem ele sabia onde estaria dali um mês.

“Liguei para a Mondial e me orientaram a entrar em contato novamente na data prevista para tirar o gesso. Independente do lugar que eu estivesse, eles iram localizar a melhor clínica para dar continuidade ao tratamento. Foi assim que aconteceu, eu estava em Lima, no Peru, e tudo foi muito bom e prático. Eu nunca esperava isso num seguro, não tive burocracia nenhuma e não gastei nada”, comenta aliviado.

Graças ao Seguro, João não se preocupou com nada, cuidou da sua saúde e não teve nenhum prejuízo que colocasse sua viagem por água abaixo. Mesmo com o gesso, ele seguiu seu roteiro na Bolívia e Peru.

Entre outros passeios, conheceu Ikitos, no meio da Amazônia, teve a incrível experiência de passar alguns dias na Amazônia. Fez trilhas, trekkings, cruzou a Floresta Amazônica de barco e sempre, por onde andou, nunca mais deixou de levar o Seguro Viagem.

O sonho de participar do Burning Man, um acampamento nos Estado Unidos, aconteceu. Assim como sua última experiência na Europa, onde turistou por três meses.

Lição aprendida: Seguro Viagem não pode faltar, nem em viagens de baixo custo. “Se alguma coisa acontecer e você não tiver um suporte, a tua viagem vai por água abaixo, porque ou você vai gastar todo o dinheiro da tua viagem para tratar aquilo ou você vai ter que voltar”, ensina João, que acrescenta: “Você se sente muito mais seguro de viver a viagem”.

João contou a sua experiência com o Seguro Viagem. Confira o relato:

João Henrique Moldenhauer é mochileiro e registra todas as suas experiências no Blog Mundo Vira Lata. Lá você pode conhecer mais detalhes sobre sua viagem ao mundo, que continua! Acompanhe a jornada de João: Mundo Vira Lata

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Juliana Fernanda

Juliana Fernanda dos Santos Ferreira, jornalista pós-graduada em Comunicação Corporativa. Adoro novidades com conteúdo. Passear em família é a melhor programação, afinal todo lugar tem algo a se aproveitar e em boa companhia tudo fica ainda melhor.

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